Category Archives: Pedidos de Oração

Usos e Costumes Defendidos Pelas Assembléias de Deus “no Brasil”

Definindo os Termos

Princípio

“Ato de principiar”. Causa primeira. Origem. Razão fundamental. Elemento que predomina na constituição de um corpo organizado. Ex.: Princípio da vida. Convicção. (Grande Dicionário Ilustrado – Novo Brasil. Ed. 1979).

“Começo. Causa, Origem. Razão fundfamental. Base. Preceito. Regra”. (Dicionário Álvaro Magalhães – E. Globo).

Princípios são bases estabelecidas por Deus para orientação da sociedade humana, que estabelecem parâmetros, dentro dos quais o homem é aceito e se relaciona com o Criador.

“Regras fundamentais e gerais de qualquer ciência ou arte. Ex.: Princípios fundamentais das Ciências, da Física, da Química, da Matemática, da Filosofia, …da Religião”.

Tradição

É a transmissão de ensinos, práticas, crenças de uma cultura de uma geração a outra. A palavra grega para tradição é paradosis, usada no sentido negativo (Mt 15.2; Gl 1.14); e também no sentido positivo (2 Ts 2.15). Quando se coloca a tradição acima da Bíblia ou em pé de igualdade com ela a tradição assume uma conotação negativa. Muitas vezes é usada simplesmente para camuflar nossos pecados. O problema dos fariseus e da atual Igreja Católica é justamente por receber a tradição como Palavra de Deus. Disse alguém: “Tradição é a fé viva dos que agora estão mortos, e tradicionalismo é a fé morta dos que agora estão vivos”.

Quando afirmamos que temos as nossas tradições, não estamos com isso dizendo que os nossos usos e costumes tenham a mesma autoridade da Palavra de Deus, mas que são bons costumes que devem ser respeitados por questão de identidade de nossa igreja. Temos quase 90 anos, somos um povo que tem história, identidade definida, e acima de tudo, nossos costumes sãos saudáveis. Deus nos trouxe até aqui da maneira que nós somos e assim, cremos, que sem dúvida alguma ele nos levará até ao fim.
 

A Resolução

“E ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus”, Lv 20.26.

” – A 22ª Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, reunida na cidade de Santo André, Estado de São Paulo, reafirma o seu ponto de vista no tocante aos sadios princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil. Imbuída sempre dos mais altos propósitos, ela, a Convenção Geral, deliberou pela votação unânime e dos delegados das igrejas da mesma fé e ordem, em nosso país, que as mesmas igrejas se abstenham do seguinte:

  1. Uso de cabelos crescidos, pelos membros do sexo masculino;
  2. Uso de traje masculino, por parte dos membros ou congregados, do sexo feminino;
  3. Uso de pinturas nos olhos, unhas e outros órgãos da face;
  4. Corte de cabelos, por parte das irmãs (membros ou congregados);
  5. Sobrancelhas alteradas;
  6. Uso de mini-saias e outras roupas contrárias ao bom testemunho da vida cristã;
  7. Uso de aparelho de televisão – convindo abster-se, tendo em vista a má qualidade da maioria dos seus programas; abstenção essa que justifica, inclusive, por conduzir a eventuais problemas de saúde; e
  8. Uso de bebidas alcoólicas.

Esta Convenção resolve manter relações fraternais com outros movimentos pentecostais, desde que não sejam oriundos de trabalhos iniciados ou dirigidos por pessoas excluídas das ‘Assembléias de Deus’, bem como manter comunhão espiritual com movimentos de renovação espiritual, que mantenham os mesmos princípios estabelecidos nesta resolução. Relações essas que devem ser mantidas com prudência e sabedoria, a fim de que não ocorram possíveis desvios das normas doutrinárias esposadas e defendidas pelas Assembléias de Deus no Brasil”.

O Texto

Atendendo parecer do Conselho Consultivo da CGADB encaminhado ao 5º ELAD, em 25 de agosto de 1999, a Comissão analisou à luz da Bíblia, de nosso contexto e de nossa realidade, expressando esses princípios numa linguagem atualizada.
O primeiro ponto que precisa ser expresso numa linguagem atualizada é a declaração: “sadios princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil”. O texto não faz distinção entre doutrina e costume. O O Manual do CAPED, edição de 1999, CPAD, Rio, p. 92, diz:

” Há pelo menos três diferenças básicas entre doutrina bíblica e costume puramente humano. Há costumes bons e maus. A doutrina bíblica conduz a bons costumes.”

Quanto à origem

– A doutrina é divina
– O costume é humano

Quanto ao alcance

– A doutrina é geral
– O costume é local

Quanto ao tempo

– A doutrina é imutável
– O costume é temporário

A doutrina bíblica gera bons costumes, mas bons costumes não geram doutrina bíblica. Igrejas há que têm um somatório imenso de bons costumes, mas quase nada de doutrina. Isso é muito perigoso! Seus membros naufragam com facilidade por não terem o lastro espiritual da Palavra”.

A palavra grega usada para “doutrina” no NT é didache, que segundo o Diccionario Conciso Griego – Español del Nuevo Testamento, siginfica: “o que se ensina, ensino, ação de ensinar, instrução”.

 (Jo 7.16, 17; At 5.28; 17.19; e didaskalia, que segundo o já citado dicionário é: “o que se ensina, ensino, ação de ensinar, instrução”. O Léxico do N.T. Grego/Português, de F. Wilbur Gingrich e Frederick W. Danker, Vida Nova, São Paulo, 1991, p. 56,diz que didasskalia é:

 “Ato de ensino, instrução Rm 12.7; 15.4; 2 Tm 3.16. Num sentido passivo = aquilo que é ensinado, instrução, doutrina Mc 7.7; Cl 2.22; 1 Tm 1.10; 4.6; 2 Tm 3.10; Tt 1.9)”; e didache: “ensino como atividade, instrução Mc 4.2; 1 Co 14.6; 2 Tm 4.2. Em um sentido passivo = o que é ensinado, ensino, instrução Mt 16.12; Mc 1.27; Jo 7.16s; Rm 16.17; Ap 2.14s, 24. Os aspectos ativo e passivo podem ser denotados em Mt 7.28; Mc 11.18; Lc4.32”. Segundo a Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer, doutrina é “tudo o que é objeto de ensino; dïsciplina” (Vida, S. Paulo, 1999, p. 211).

À luz da Bíblia, doutrina é o ensino bíblico normativo terminante, final, derivado das Sagradas Escrituras, como regra de fé e prática de vida, para a Igreja, para seus membros, vista na Bíblia como expressão prática na vida do crente, e isso inclui as práticas, usos e costumes.

Elas são santas, divinas, universais e imutáveis.
Nos próprios dicionários seculares encontramos esse mesmo conceito sobre doutrina: “É o complexo de ensinamentos de uma escola filosófica, científica ou religiosa. Disciplina ou matéria do ensino. Opinião em matéria científica” (Dicionário Álvaro de Magalhães). “Conjunto de princípios de um sistema religioso, políticos ou filosóficos. Rudimentos da fé cristã. Método, disciplina, instrução, ensino” (Dicionário Ilustrado Novo Brasil, ed. 1979).

Costume

A Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer, define costume como “Uso, prática geralmente observada”. (p. 169). As palavras gregas usadas para “costume são ethos (Lc 2.42; Hb 10.25) e synetheia (Jo 18.19; 1 Co 8.7; 11.16).A primeira, de onde vem a palavra “ética”, significa costume com sentido de “lei, uso” (Lc 1.9). Não é biblicamente correto usar doutrina e costume como se fosse a mesma coisa. O costume é “Prática habitual. Modo de proceder.

Jurisprudência baseada em uso; modo vulgar; particularidade; moda; trajo característico, procedimento; modo de viver”. Os costumes visto pela ótica cristã, são linhas recomendáveis de comportamento. Estão ligados ao bom testemunho do crente perante o mundo. Estão colocados no contexto temporal, não estão comprometidos diretamente com a salvação.

Os costumes em si são sociais, humanos, regionais e temporais, porque ocorrem na esfera humana, sendo inúmeros deles gerados e influenciados pelas etnias, etariedade, tradições, crendices, individualismo, humanismo, estrangeirismo e ignorância.

Convém atualizar essa redação omitindo a expressão “como doutrina”, ficando assim: “sadios princípios estabelecidos na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil”.
Quanto aos 8 princípios da Resolução, uma maneira de colocar numa linguagem atualizada é:

  1. Ter os homens cabelos crescidos (1 Co 11.14), bem como fazer cortes extravagantes;
  2. As mulheres usarem roupas que são peculiares aos homens e vestimentas indecentes e indecorosas, ou sem modéstias (1 Tm 2.9, 10);
  3. Uso exagerado de pintura e maquiagem – unhas, tatuagens e cabelos- (Lv 19.28; 2 Rs 9.30);
  4. Uso de cabelos curtos em detrimento da recomendação bíblica (1 Co 11.6, 15);
  5. Mal uso dos meios de comunicação: televisão, Internet, rádio, telefone (1 Co 6.12; Fp 4.8); e
  6. Uso de bebidas alcoólicas e embriagantes (Pv 20.1; 26.31; 1 Co 6.10; Ef. 5.18).

Os itens 2 e 6 foram colocados num mesmo item, pois se trata de um mesmo assunto. Colocamos referências bíblicas porque os nossos costumes são norteados pela Palavra de Deus. Precisamos ter consciência de que os nossos costumes não impedem o crescimento da Igreja.

Hoje em dia há igrejas para todos os gostos, mas nós temos compromisso com Deus, com sua Palavra e com o povo. O objetivo de conquistar as elites da sociedade em detrimento de nossos costumes e tradições não é bom negócio.

Isso tem causado muitos escândalos e divisões e não levam a resultados positivos. Somos o que somos, devemos aperfeiçoar as nossas estratégias de evangelismo e não mudar arbitrariamente os nossos costumes, pois isso choca a maioria dos crentes. Criar novos métodos para alcançar os pecadores, isso sim, para que o nosso crescimento possa continuar.

Falta de crescimento

Outro ponto que convém ressaltar que a falta de crescimento de algumas igrejas não é pelo fator usos e costumes, como muitas vezes tem sido enfatizado nas AGOs da CGADB, como foi ressaltado no 5º ELAD, pois mais de 85% dos líderes das Assembléias de Deus reconhecem a necessidade de preservação de nossas tradições, usos e costumes e de nossa identidade, mas sim, por falta de visão e de objetivos de seus líderes.

Essa deficiência pode ser vista e comprovada dos dois lados, tantos dos favoráveis às mudanças como com os que querem manter o mesmo sistema histórico das Assembléias de Deus. O crescimento da igreja, à luz da Bíblia, é conseqüência de evangelismo, discipulado e oração; e o avivamento, fruto de jejum, oração e de arrependimento, e não resultado de usos, costumes e tradição.

em tudo que é extra bíblico é anti-bíblico. Nem tudo que nos interessa é condenado e pecado. Não podemos julgar ou condenar outros grupos porque adotaram liturgias estranhas e costumes diferentes dos nossos, e nem alcunhar nossos companheiros de ministério de liberais, pois “liberal” é uma palavra ofensiva.

Os liberais sãos os que não acreditam na inspiração e autoridade das Escrituras, os que negam o nascimento virginal de Jesus, não reconhecem a existências de verdades absolutas. Discordar deles é uma coisa, mas agredir é outra muito diferente, e fere o espírito cristão do amor fraternal.

Devemos, sim, preservar os nossos costumes.
A salvação é um ato da graça de Deus pela fé em Jesus. A Bíblia ensina que somos salvos pela fé em Jesus (Rm 3.28; Gl 2.16; Ef 2.8-10; Tt 3.5). Todos os crentes são salvos porque um dia ouviram alguém falar de Jesus e creram nessa mensagem. Ninguém fez nada, absolutamente, para ser salva, a não ser a fé em Jesus. Como conseqüência da salvação temos o fruto do Espírito (Gl 5.22).

A vida de santificação é resultado da nova vida em Cristo, e não um meio para a salvação. Cristianismo é religião de liberdade no Espírito e não um conjunto de regras e de ritos. Acrescentar algo mais que a fé em Jesus como condição para salvação é heresia e desvio da fé cristã (Gl 5.1-4). Mas, ir além da liberdade cristã, extrapolando os limites é libertinagem (Gl 5.13). A fé cristã requer compromissos e por isso vivemos uma vida diferente do mundo, do contrário essa fé seria superficial e não profunda, como encontramos no apóstolo Paulo (Gl 2.20). Não existe instituição sem normas, nós temos as nossas.

Quando os gentios de Antioquia se converteram à fé cristã a igreja de Jerusalém enviou Barnabé para discipular aqueles novos crentes (At 11.20-22). Ele Entendia que os costumes só devem ser mantidos quando necessários, pois ensinar costumes, culturas e tradições como condição para salvação, é heresia e caracteriza seita. Barnabé sabia que a tradição judaica era mais uma forma de manter a identidade nacional e que isso em nada implicaria na salvação desses novos crentes, portanto, não seria necessário observar o ritual da lei de Moisés (At 15.19, 20).

Os judeus não eram mais crentes do que os gentios por causa dos seus costumes e nem consideravam os gentios menos crentes do que eles. Pedro pregava aos judeus o “evangelho de circuncisão”, enquanto Paulo o da “incircuncisão”, ou seja, Pedro pregava aos judeus e Paulo aos gentios (Gl 2.7-9). Não se trata de dois evangelhos, mas de um só evangelho, apresentado de forma diferente. Isso é muito importante porque as convicções religiosas são pessoais e o apóstolo Paulo respeitava essas coisas. Havia os irmãos que achavam que devia guardar dias e se abster de certos alimentos, outros consideravam iguais todos os dias e comiam de tudo (Rm 14.1-8). Ele não procurou persuadir a ninguém dessa ou da outra maneira.

Diante disso, aprendemos que nenhum pastor deve persuadir o crente para deixar de observar os costumes da igreja. Isso é algo de foro íntimo. Da mesma forma, um não deve criticar o outro, porque o que ambos fazem é para Deus, além disso, o apóstolo via que se tratava de uma questão cultural (Rm 14.6-10). Proibições sem a devida fundamentação, principalmente bíblica, é fanatismo. Quem faz de sua religião o seu Deus não terá Deus para sua religião.

Isso nos mostra que o nossos costumes não são condição para a salvação, eles devem ser mantidos para a preservação de nossa identidade como denominação. Não devemos criticar os outros e nem forçar ninguém a crer contra suas próprias convicções religiosas. Há pastores que agridem o rebanho e desrespeitam seus companheiros porque querem demolir nosso patrimônio histórico-espiritual a todo custo. Deus quer a Assembléia de Deus como ela é, na sua maioria.

 As outras denominações foram chamadas como elas são, é assim que Deus quis, Ele é soberano. O mesmo Jesus que chamou Mateus disse para outros que não o seguisse. A vontade de Deus para a minha vida não a mesma para a vida de outras pessoas. Embora todos nós estejamos na direção e vontade de Deus, porém com chamadas diferentes.

Fonte: www.cgadb.com.br

Clique aqui para ler as opiniões contrárias – NÃO AO LEGALISMO !

APOLOGÉTICA: Catolicismo x Bíblia Sagrada

Clique em qualquer dos itens abaixo e os ARTIGOS serão abertos:

Já fui Católico !

Quer saber mais ? Então clique: 95 Teses para a Igreja de Hoje

RESPOSTAS SOBRE A IGREJA CATÓLICA E A BÍBLIA

A “Igreja Católica” é a PROSTITUTA do Apocalipse (?)

o devoto procura fazer a vontade de Deus, em amor a sua fé, da maneira que foi ensinado. As grandes romarias feitas à cidade de Aparecida do Norte e a Juazeiro do Norte são uma evidência dessa dedicação. Contudo, “a autoridade da Escritura não depende do testemunho de qualquer homem ou Igreja, mas depende somente de Deus, que é seu autor” (2Tm 2.16). Veja como Tomas à Kempis, da Ordem de Santo Agostinho, comenta Jo 14.6:

“Sem o caminho, não há ida, sem a verdade, não há saber, sem vida, não há viver. “

1. A Igreja Católica ser a igreja mais antigo

 2. Tradição da Igreja ter o mesmo peso que a Escritura Sagrada

3. A Igreja Católica e a interpretação da Bíblia

4. Ensino da Igreja Católica e o ensino de Jesus

5. Igreja Católica e a leitura da Bíblia

6. Igreja Católica e o Ecumenismo

7. Livros Apócrifos que foram colocados a mais na Bíblia Católica

8. Mutilação dos Dez Mandamentos

9. Igreja Católica e a Reforma

10. Paganização da doutrina

 

RESPOSTAS SOBRE MARIA E A BÍBLIA

A verdade Bíblica sobre Maria ( c l i q u e    a q u i )

O culto a Maria foi organizado em 381 e recebeu o título de Mãe de Deus em 431 d.e. A assunção tornou-se artigo de fé em 1950.

11. ImacuLada conceição

12. Maria ter vivido sem pecado

13. Maria ser a mãe da Igreja

14. Maria ser uma mulher perfeita

15. Mãe de Deus

16. Mãe de todos nós

17. A grande importância de Maria na Bíblia

18. Poder miraculoso de Maria na Bíblia

19. Maria ter sido elevada ao céu

20 Veneração de Maria

21. Várias identidades de Maria

22. Mãe santíssima

23. Maria ser co-redentora

24. Ave-Maria

25. Maria ser mediadora

26. Bendita entre as mulheres

27. Sobre Maria ter outros fihos além de Jesus

28. Maria e os primos de Jesus

29. Sobre a irmã de Maria de Nazaré

30. Rainha do céu

 

RESPOSTAS SOBRE SANTOS E PADROEIROS

O item 67 do Concílio Vaticano II, ecumênico, manda que se “observe religiosamente o que foi decretado sobre o culto das imagens de Cristo, da Bem-aventurada Virgem e dos Santos. “.

31. Preces feitas aos santos e padroeiros

32. Origem dos santos e padroeiros

33. Poder dos santos e padroeiros

34. Vínculos dos santos com o espiritismo

35. Milagres dos santos e padroeiros

37. Santos e padroeiros como mediadores

38. Devoção aos santos e padroeiros

39. Ajoelhar-se diante dos santos e padroeiros

40. Fotografias e figuras dos santos

 

RESPOSTAS SOBRE AS IMAGENS

“As imagens de Cristo e da Virgem Maria. Mãe de Deus e de outros santos devem ser possuídas e guardadas, especialmente nas igrejas, e deve ser alvo de honra e veneração”. ”Deve-se prestar honra e veneração às imagens” (3° Catecismo – p. 75). O papa Pio IV, em 1564, decretou que o devoto deve manter imagens… e que a elas se deve prestar honra e veneração. Todas as palavras na Bíblia são declaradas completamente verdadeiras e destituídas de erros (Nm 23.19). Porém, a imagem que é o mesmo que ídolo, é condenada expressamente por Deus. Veja o que a Bíblia diz.

41. Fabricação da imagem

42. Veneração da imagem

43. Quem se esconde atrás das imagens ?

44. O que a imagem ensina aos devotos ?

45. Como Deus vê a imagem levada no andor ?

46. Quem responde a reza feita à imagem ?

47. A que Deus compara a imagem ?

48. Como é descrito quem participa de procissão ?

49. O que Deus fará às imagens ?

50. O que acontecerá na vida de quem serve à imagem ?

51. O que acontece à casa que tem imagem ?

52. O que ocorre à pessoa que confia na imagem ?

53. O que você deve fazer com as imagens ?

54. Altares das imagens

55. Imagens dos santos

 56. Preces e novenas feitas às imagens

57. Capela e andor da imagem

58. Festas feitas para as imagens

59. O que ocorre à terra onde se venera imagens ?

60. O que Deus diz das imagens em forma de figuras

61. O que fazer com imagens dadas como presente ?

62. Como a imagem afeta o devoto ?

 63. O que Deus tem a dizer ao devoto ?

 64. Imagens conservadas na família

 65. O que Deus pensa das imagens ?

a) Crucifixo

 b) A simples existência da imagem é condenada em toda a Bíblia

c) Não mantenha nenhum vínculo com as imagens

d) A Bíblia é clara sobre o que fazer com as imagens

e) Exemplos de destruição de imagens

 

RESPOSTAS SOBRE O PAPA

A história mostra que o papado foi criado com fins políticos. O primeiro papa foi Leão I (440-461 d.e.) e não Pedro. Não há este título na Bíblia (Ef 4.11).

66. Pedro foi o prinreiro papa ?

67. O Papa ter a chave do céu

68. Sobre Pedro ter sido o Papa da Igreja Primitiva

69. O Papa permitir que se ajoelhem diante dele

70. O Papa ser o Pontífice

71. Vida sexual do papa

72. Perseguição da Igreja Católica aos que defendia ser a Bíblia

73. A “Santa” Inquisição

74. A foto e as bênçãos do Papa

75. Infalibilidade papal

a) Os crimes dos Papas

 

RESPOSTAS SOBRE A IGREJA CATÓLICA E A SALVAÇÃO

C. S. Lewis diz que “Deus não nos salva por sermos bons, mas nos toma bons por ter-nos salvo”. “Jesus morreu pelos pecadores indignos, sem nenhum atrativo nem mérito”, afirma Billy Grahan. Pois, “o que levou Deus agir em nosso favor não foi aJgo em nós (algum suposto mérito) mas, ango Nele mesmo (Seu próprio favor que não merecíamos).”

76. Salvação pelas obras

77. Salvação que vem através da religião

78. Salvação pelos mandamentos e tradição

79. Salvação pela maravilhosa graça

 

RESPOSTA PARA AS CRENÇAS CATÓLICAS

A Bíblia responde claramente às doutrinas católicas. Analise-as.

80. Os vários caminhos para Deus

81. Sinal-da-cruz

82. Água benta

83. Uso do crucifixo

84. Sobre a vela

86. Crisma e primeira comunhão

87. Rosário, as rezas repetitivas, os terços e as novenas e o Pai-Nosso

88. Missa

89. Santa Ceia

90. Hóstia “Consagrada”

91. Extrema-unção, missa de sétimo dia e Dia de finados

92. Sacerdócio e celibato

93. Purgatório

94. Batismo infantil

95. Confissão e abstinência de alimentos

 

RESPOSTAS PARA OS CATÓLICOS CARISMÁTICOS

O Catolicismo Carismático começou em 1966 em Pittsburgh. Pensilvânia, USA, na Universidade de Duquesne, propondo conter o avanço dos pentecostais. No Brasil, instalou-se em Campinas com o jesuíta Harold 1. Rahm. Apesar de afirmarem-se iguais aos evangélicos, conservam crenças contrárias à Bíblia.

96. A verdadeira obra do Espírito Santo

a) É verdadeira quando engrandece a estima da pessoa por Jesus

b) É verdadeira se agir contra os interesses do reino de Satanás

c) É verdadeira quando centraliza-se nas Sagradas Escrituras

97. Autenticidade da obra do Espírito Santo

98. Espírito Santo, Igreja e ídolos

99. Uso de fitinhas de padroeiros

100. A padroeira venerada pelos carismáticos

 

HUMOR CRISTÃO: Os 10 Mandamentos de Frei Damião para ESPANTAR CRENTE !

Arrependimento

2 Coríntios 7:10

“Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar.”

Deus Abomina o “Divórcio” – Estudo Analítico

As estatísticas afirmam que dez anos atrás, havia menos de 100.000 divórcios o Brasil. Hoje são cerca de 200.000. Um em cada quatro casamentos no Brasil acaba em separação. Num período de quase 10 anos, o número de casamentos caiu, e de separações dobrou no país.

As causas do divórcio:

Se divórcio é o atestado do pecado humano, precisamos agora colocar algumas das mais freqüentes razões humanas para a separação. Quais são as razões ou causas da separação entre os casais? Gostaria de mencionar pelo menos quatro causas:

1.    Descuido da vida cristã dos cônjuges

2.    Ausência do perdão

3.    Indisposição à mudanças necessárias

4.    Ausência do amor

5.    Outras razões

O A. T. já tratava com relação ao divórcio. A grande questão debatida está em Deuteronômio 24:1-4 “Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos por haver ele encontrado nela coisa vergonhosa, far-lhe-á uma carta de divórcio e lha dará na mão, e a despedirá de sua casa”.

 

O SIGNIFICADO DA PALAVRA “COISA INDECENTE” DE Dt 24.1

1 – A palavra hebraica, para “indecente” é ‘ervar davar (composto de ‘ervâh, nudez e davar, palavra), “Nudez de Palavra”.

Dando a entender que se trata de algo comprometedor, que a mulher expressa com palavras (palavra nua); palavrões; expressões grosseiras, que revelam falta de respeito; agressividade verbal; rebeldia; insubordinação.

TALMUDE – Doutrina e jurisprudência comentada da lei mosaica com explicações dos textos jurídicos do Pentateuco. O Talmud foi redigido durante aproximadamente mil anos, entre 450 a.C. e 500 d.C. É reconhecido pelos judeus como tendo a mesma autoridade do Antigo Testamento. Esse complexo literário rege a vida judaica até o dia de hoje, e desde longas datas tem exercido forte influência na vida do povo. Define “coisa indecente” de Dt 24:1 de várias maneiras e isso causou um desprezo e banalização do casamento, principalmente para as mulheres, que, logicamente se tornaram as maiores vítimas. Com isso, um judeu poderia dar a carta de divórcio por qualquer coisa, como por exemplo:

a) Abriga atitudes impróprias como andar com o cabelo solto;

b) Andar sozinha pela rua;

c) Conversar com outro homem;

d) Maltratar sogros;

e) Gritar com o marido;

f) Ter má reputação;

g) Revelar hábitos condenáveis.

Tudo isso, segundo  pensamento judaico, está ligado à falta de respeito, a agressividade e à insubordinação da mulher para o casamento.

2 – É evidente que a “coisa indecente” não se referia ao adultério, pois esta era, nesse tempo, condenado com pena de morte – (DT 22.22) – “Se um homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, eliminarás o mal de Israel”.

O QUE JESUS PREGOU?

 MT 19.9 – Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério…“. Gr. “porneia” – dultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo, relação sexual com animais, relação sexual com parentes próximos – Lv 18. A palavra explícita para adultério é “moichao” – ter relação ilícita com a mulher do outro – Mc 10.11-12.

 

O QUE DEUS PENSA SOBRE O DIVÓRCIO?

Ml 2.16 – Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio (repúdio)…

 

ANÁLISE DO TEXTO DE 1 CORÍNTIOS 7

O texto de 1Coríntios 7 é que trata de forma mais extensa sobre o divórcio. Algumas questões respondidas por Paulo neste capítulo: sexo no casamento, celibato, divórcio, sobre as virgens e viúvas. Tem três coisas que precisamos ter em mente para entendermos as questões levantadas:

(1)       O dualismo grego. Os coríntios eram cheios de filosofias. A cidade de Corinto só perdia em termos de cultura e literatura para Atenas. Havia várias escolas filosóficas. A idéia que predominava era o dualismo grego: uma visão de mundo que via a realidade sob duas óticas ou o andar de cima e o andar de baixo. Dizia que o que era “espiritual” era bom e tudo que era material era secundário, inferior. Valoriza a alma em detrimento do corpo. Essa idéia influenciava no casamento. Principalmente o sexo. Alguns crentes achavam que o sexo era algo inferior e sem importância no casamento.

(2)       O ambiente sexual da cidade de Corinto. Havia o templo de Afrodite e envolvia a prática da relação sexual com as sacerdotisas (prostituição cultual). Dizem que à noite as sacerdotisas saiam em busca de práticas sexuais na cidade. Um cristão sofria uma pressão muito grande nessa cidade.

(3)       As perseguições aos cristãos corintianos. Poderiam ter os seus bens tomados pelas autoridades da cidade. O que deve um homem fazer? Casar e deixar sua esposa e filhos sujeitos a morte e prisões por causa da perseguição ou ficar solteiro? Posso me separar para servir a Deus? Meu marido não é crente, posso me separar dele para servir melhor a Deus? O que é melhor para os solteiros e as viúvas? Minha filha virgem deve casar-se ou manter-se pura para o Senhor?      

O cap. 7 todo é a resposta de Paulo às perguntas feitas pela igreja de Corinto a respeito da vida conjugal. Suas instruções devem ser lidas à luz do versículo 26: “Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade”. Um período de grande aflição e perseguição estava para vir sobre os cristãos de então, e nessa situação, a vida conjugal seria difícil.

Podemos inferir do texto algumas perguntas que o Apóstolo Paulo teve que responder.

Resposta a perguntas acerca do casamento

Pergunta: Paulo eu quero servir a Deus, mas o que é melhor, casar ou permanecer solteiro? Resposta: v. 1 e 2.

7.1 – “Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher”.

QUE O HOMEM NÃO TOCASSE EM MULHER. Note-se que “não tocar em mulher” significa, aqui, não ter relações ou contato físico com as mulheres, ou seja, casar-se. É o ato sexual (Gn 20.6; Pv 6.29).

7.2 – “mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido”.

Um dos objetivos do casamento é a satisfação legítima do desejo sexual. Alternativa para a impureza sexual. O padrão aqui é monogâmico. Paulo não era machista, pensa na mulher. 

Pergunta: Como deve ser o sexo para nós casados? Isso não é pecaminoso? Posso casar sem praticar o sexo? Resposta: v. 3 e 4.

7.3 – “O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido”.Êx 21.10; 1Pe 3.7.

O MARIDO PAGUE À MULHER. Casou, sexo é dívida. O compromisso do casamento importa em cada cônjuge abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito ao outro cônjuge. Isso significa que nenhum dos cônjuges deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos, dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade de satisfazer as necessidades maritais do outro cônjuge é expor o casamento às tentações de Satanás no campo do adultério (v.5). A idéia que a abstenção é mais santa veio do paganismo (1Pe 3.7; Hb 13.4).

7.4 – “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher”.

Poder, i.e., autoridade. Cada cônjuge pertence um ao outro.

Pergunta: Mas Paulo eu gostaria de me santificar me abstendo do sexo, o que fazer? Resposta: v. 5 e 6.

7.5 – “Não vos defraudeis (priveis) um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência”.

Priveis. Defraudeis. Abstenção temporária, com consentimento mútuo e para uma finalidade boa, está certo. Assemelha-se ao jejum (Ec 3.5; Jl 2.16).

7.6 – “Digo, porém, isso como que por permissão e não por mandamento”.

Isto. 7.2-5. Geralmente o homem deve casar-se. Paulo prefere o celibato por boas razões (29, 32, 35) e porque tem um dom (gr charisma) de Deus. O casamento exige dons também (Mt 19.10-12).

Pergunta: O casamento e o celibato são dons ou uma opção? Resposta: v. 7.

7.7 – “Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra”.At 26.29; 1Co 9.5; 12.11; Mt 19.12. Os Eunucos do Reino (Mt 19.9-12).

Pergunta: Os solteiros e as viúvas devem casar ou não? Resposta: v. 8 e 9.

7.8 – “Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu”.

O ideal: ficar livre para melhor servir a Deus (32).

7.9 – “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se”.1Tm 5.14

Viver abrasado. Lit. estar no fogo, queimar.

 Pergunta: E aos que são casados o que tem que fazer? Quando não dá realmente certo? Resposta: v. 10 e 11.

7.10 – “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido”.1Co 7.12,25,40; Ml 2.14,16; Mt 5.32; 19.6,9; Mc 10.11; Lc16,18

7.11 – “Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher”.

SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR. Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos.

Pergunta: E quando um dos dois não é crente, o que fazer? Resposta: v. 12-17.

7.12 – “Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe”.

DIGO EU, NÃO O SENHOR. Não se trata de Paulo meramente dar sua opinião aqui, antes; está declarando que não tem uma citação de Jesus para confirmar o que ele vai escrever. No entanto, o que ele passa a escrever, procede de quem tem autoridade apostólica, sob inspiração divina (25,40; 14.37).

7.13 – “E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe”.

7.14 – “Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido. Doutra sorte, os vossos filhos seriam imundos; mas, agora, são santos”.

MARIDO… MULHER… FILHOS. Por ser crente o marido ou a mulher, ele, ou ela poderá ter uma influência especial para levar o outro cônjuge a aceitar Cristo (1Pe 3.1,2). Isto não significa, todavia, que os filhos de tal lar sejam automaticamente crentes. Eles são santos no sentido de serem separados pela presença de um pai ou mãe crente. Deus por amor do conjugue crente faz uma distinção com relação ao incrédulo. P.ex. Potifar foi abençoado por causa da presença de José em sua casa – Gn 39.3. Abraão intercede por Sodoma e se lá tivesse dez justos o Senhor não a teria destruído – Gn 10.

O Apóstolo Paulo fala no verso seguinte aquilo que os estudiosos entendem como a “exceção Paulina”:

7.15 – “Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz”. Rm 12.18; 14.19; 1Co 14.33; Hb 12.14

NÃO ESTÁ SUJEITO À SERVIDÃO. Se o cônjuge incrédulo escolher a separação, o crente deve aceitá-la, depois de ter feito todo o possível para evitá-la. “não está sujeito à servidão”, significa que o crente fica desobrigado do contrato conjugal. A palavra “servidão” (gr. douloo) significa literalmente “escravizar”. Nesse caso, o crente fiel já não está escravizado aos seus votos conjugais. Tal cônjuge crente abandonado fica livre para casar-se de novo, mas só com um crente (v.39).

7.16 – “Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?”

Este verso pode ser interpretado em duas maneiras: (1) em favor de não dar o divórcio; e, (2) em favor de dar o divórcio. Ou seja, se o descrente quer ir embora não deixe, pode ser que você seja um instrumento para a conversão dele. Ou, se o incrédulo quiser ir embora, deixe que vá, como saberás se salvarás o teu marido? Deus te chamou para paz.

7.17 – “E, assim, cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um, como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas”.

Pergunta: E no que se refere as ordenanças judaicas, como devemos proceder? Resposta: v. 18-24.

7.18 – “É alguém chamado, estando circuncidado? Fique circuncidado. É alguém chamado, estando incircuncidado? Não se circuncide”.Gl 5.2

7.19 – “A circuncisão é nada, e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus”.Gl 5.6; Jo 15.14; 1Jo 2.3

7.20 – “Cada um fique na vocação em que foi chamado”.

O evangelho pode ser vivido em quaisquer circunstâncias.

7.21“Foste chamado sendo servo? Não te dê cuidado; e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião”.

7.22“porque o que é chamado pelo Senhor, sendo servo, é liberto do Senhor; e, da mesma maneira, também o que é chamado, sendo livre, servo é de Cristo”.Jo 8.36; Rm 6.18; Fm 16; Gl 5.13; Ef 6.6; 1Pe 2.16

7.23 – “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens”.1Co 6.20; 1Pe 1.18-19; Lv 25.42

7.24 – “Irmãos, cada um fique diante de Deus no estado em que foi chamado”.1Co 7.20

Pergunta: E com relação às filhas virgens? Resposta: v. 25-28.

7.25 – “Ora, quanto às virgens, não tenho mandamento do Senhor; dou, porém, o meu parecer, como quem tem alcançado misericórdia do Senhor para ser fiel”. 1Co 7.6,10,40; 8.8,10; 1Tm 1.12,16.

O celibato é apresentado como algo desejável, embora não necessário.

7.26 – “Tenho, pois, por bom, por causa da instante necessidade, que é bom para o homem o estar assim”.

Provavelmente uma circunstância extremamente difícil pela qual passavam os cristãos em Corinto.

7.27 – “Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher”.

7.28 – “Mas, se te casares, não pecas; e, se a virgem se casar, não peca. Todavia, os tais terão tribulações na carne, e eu quereria poupar-vos”.

“RAZÕES GERAIS DAS RESPOSTAS DE PAULO”

7.29 – “Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia; o que resta é que também os que têm mulheres sejam como se as não tivessem”. Rm 13.11; 1Pe 4.7; 2Pe 3.8-9

7.30 – “e os que choram, como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuíssem”.

7.31 – “e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa”.

7.32 – “E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor”. 1Tm 5.5

7.33 – “mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher”.

7.34 – “Há diferença entre a mulher casada e a virgem: a solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido”.

7.35 – “E digo isso para proveito vosso; não para vos enlaçar, mas para o que é decente e conveniente, para vos unirdes ao Senhor, sem distração alguma”.

7.36 – “Mas, se alguém julga que trata dignamente a sua virgem, se tiver passado a flor da idade, e se for necessário, que faça o tal o que quiser; não peca; casem-se”.

7.37 – “Todavia, o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas com poder sobre a sua própria vontade, se resolveu no seu coração guardar a sua virgem, faz bem”.

7.38 – “De sorte que, o que a dá em casamento faz bem; mas o que a não dá em casamento faz melhor”.Hb 13.4

7.39 – “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor”.Rm 7.2; 2Co 6.14

7.40 – “Será, porém, mais bem-aventurada se ficar assim, segundo o meu parecer, e também eu cuido que tenho o Espírito de Deus”.1Co 7.25; 1Ts4.8

Neste v., Paulo não duvida da sua autoridade, mas ironicamente combate os líderes que negaram sua autoridade em Corinto (cf. 1.1, 7; 9.1s; 12.25).

“CONSIDERAÇÕES FINAIS”

1 – Seja qual for a situação dos cônjuges, o divórcio só deveria ser pleiteado depois de esgotados todos os recursos, sob todos os pontos de vista. Daí é permitido o divórcio em caso de adultério e, segundo Paulo, de abandono do lar por parte do descrente.  

2 – Cada casal deve procurar, com ajuda de Deus e da Igreja, resolver seus problemas conjugais, antes que estes destruam seu matrimônio.

3 – A luz da Bíblia, o fim do casamento deve ser a morte de um dos cônjuges, mas nunca o divórcio.

4 – Não podemos entre nós proibir, nem impedir o divórcio, mas podemos e devemos desmotivá-lo e evitá-lo, mediante a exposição da doutrina bíblica.

5 – Deus abomina o divórcio. (Ml 2.14) “portanto cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis”.

6 – Apesar de Deus abominar (aborrece, detesta) o divórcio, Ele permite para amparar e defender o cônjuge ferido.

7 – Mesmo se um crente se divorciar, quando realmente é comprovado que não teve condições de reconciliação, e, conforme Jesus, cometer adultério casando-se com outro, Jesus mesmo perdoa os pecados dos mesmos e os trazem a comunhão com Ele.

https://adbezerrospe.wordpress.com

A “CRISE” nos Lares Cristãos: Identificando os Problemas para Solucionar as Questões !

“Ó Senhor, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor. Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia; inclina para mim os teus ouvidos: no dia em que eu clamar, ouve-me depressa. Pois os meus dias se desvanecem como fumaça, e os meus ossos ardem como um tição. O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que até me esqueço de comer o meu pão”
(Salmo 102.1-4)

O lar é afirmado pelo povo evangélico como unidade básica da sociedade, assim como o fato de o casal cristão precisar partilhar ideais e ambições semelhantes. Os cônjuges devem os cônjuges ser maduros emocional, espiritual e fisicamente falando.

A igreja local (ou em companhia de outras) tem o dever de auxiliar os pais no preparo de seus filhos para o casamento, de ajudar a família nas crises da vida, de orientar os lares desajustados, de assistir os enlutados, e de levar os idosos a encontrarem significado na vida.

A pergunta aqui pertinente é “Há problemas na família cristã? Há crise?” Aliás, que é crise?

Lemos em algum lugar que o ideograma para crise em chinês é formado por dois caracteres. O primeiro significa “perigo”, e o segundo “oportunidade”. Extrai-se daí a lição que crise é um ponto de perigo e uma oportunidade. Os gregos derivam a palavra do verbo “separar”(krinein). É um momento decisivo na experiência de cada um. Entre outros, formatura, casamento, novo emprego, nascimento de uma criança, conversão religiosa, promoção, vitória num concurso. Ou esses momentos dolorosíssimos, inesperados que se precipitam sobre uma família e a deixam em aflição e angústia: um crime violento, um acidente fatal, uma doença apavorante, a morte de um querido. Sim, crise é perigo e oportunidade, como conceituam os chineses, mas pode ser uma experiência de crescimento. Experiência dolorosa talvez, mas sempre de crescimento. Tiago nos adverte: “Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé produz a perseverança: e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma.” (Tg 1.2-4)

E já que ninguém cresce sem dores, a pergunta que o cristão faz diante da crise, da dor, do sofrimento. Não é “por que, Senhor?”, mas “para que, Senhor?” no espírito de 2Coríntios 7.9. No entanto, sua crise é sua crise e de mais ninguém, e a de outra pessoa é a dela própria, pois nenhuma crise é igual.

A primeira crise conjugal está em Gênesis 3, como também a primeira crise espiritual (cf. vv. 12 e 8). A primeira crise familiar encontra-se no capítulo seguinte, versos 3-5, 8.

É; a família cristã também tem crises que nascem do acúmulo dos problemas de cada dia que permanecem sem solução.

O LAR DESAJUSTADO

Existem razões sem conta para a disritmia no lar. São situações que não deveriam ocorrer no lar cristão, mas lamentavelmente acontecem, e a Bíblia aponta as causas dessas disfunções:

  • ausência do Senhor como alicerce do lar ( Sl 127.1,2);
  • ausência de piedade (Is 24.15);
  • transferência ou ausência de responsabilidade (Gn 3.12; 1Tm 5.8);
  • falta de autoridade dos pais (Jr 47.3b);
  • falta de previdência (2Co 12.14b);
  • insubmissão feminina (Ef 5.22-24; 1Pe 3.1);
  • desamor masculino (Ef 5.22-29; 1Pe 3.7);
  • procedimento vergonhoso ou insensato do cônjuge (Pv 12.4; 14.1);
  • desobediência e falta de afeto (2Tm 3.2,3).

Os terapeutas de família codificam as disfunções na família classificando-as

  • quanto ao nível inadequado de interação familiar, se há um nível baixo de coesão ou coesão excessiva, caso em que cada um vive sua vida, ou se é asfixiado pelos outros,
  • quanto à distribuição dos papéis e seu desempenho, quando alguém faz o papel de “duplicata” do outro (filha copiando a mãe), o papel de “eu ideal” (filho mais velho devendo alcançar o ideal a que o pai não chegou), papel do ëu negativo”, geralmente quando um membro da família é um psicótico ou um parceiro fraco, o papel de aliado e outros tantos, também.
  • quanto à hierarquia e ordem do sistema familiar, ou não há normas na família ou são rígidas demais; ninguém decide na família ou decide inadequadamente.

São as tensões causadas pelas doenças. Não é fácil para uma família viver com um problema crônico de saúde. Se a igreja, porém, é vocacionada a servir, uma crise de saúde é excelente oportunidade para essa ministração, através do exercício do sacerdócio dos crentes, do ministério da intercessão, do dom de socorro (dado pelo Espírito Santo). Por isso é imprescindível avisar à igreja, ao pastor, os casos de enfermidades. Há quem se ofenda, melindre, e fique indignado porque ficou doente, foi hospitalizado, fez cirurgia e ninguém o visitou, o pastor não apareceu. Avise! AVISE! Em Tiago 5.14 há duas ordens. Uma para o Pastor: deve orar pelo enfermo, cobri-lo com a oração e a unção do Senhor; outra para o doente: deve pedir a presença do pastor. O mundo ensina que “ria e todos sorrirão com você; lamente-se e todos fugirão de você”. E ao contrário do que diz o provérbio popular: “Quem canta seus males espanta”, a atitude do mundo tem sido: “Quem canta seus males, ESPANTA!” Com o cristão deve ser diferente: “compartilhe, conte ao irmão; divida sua dor com a igreja”. Chore. Está aflito? Ore. Romanos 12.15 ensina isso, “alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram” (cf. 1Co 12.26; Hb 12.12; Gl 6.2), e aí você será vencedor sobre a crise e a dor.

PRONTO: A TRAGÉDIA CHEGOU

Tensões causadas pela tragédia. Há um dia quando a fé dá de frente com o desastre. Crises são comuns ao ser humano, e o resultado tem sido ansiedade, pensamento desorganizado, sintomas físicos como fadiga, náusea, sono, choque. Então, como é a construção de sua casa? Na rocha firme? Na areia enganosa? Fiquei triste com o caso de uma jovem de uma família cristã. Enfermou, e lhe foi garantida a cura por uma pretensa “profetisa”. A jovem faleceu, e a família abandonou a igeja.

Fiquei recompensado com o caso do Pr. Dermeval Justino, meu ex-aluno. Morte inesperada junto com o filhinho mais novo e a cunhada. Mas que força espiritual na esposa, nos parentes, que estão trabalhando para trazer os familiares do falecido obreiro (único crente da família com outro irmão) a Jesus.

São as tensões causadas pelas crises do amor (?!) Não há cabimento para ciúmes na vida do cristão, os quais se originam do medo de perder uma posse e do sentimento de ser incapaz. Ou a presença da insinceridade e da infidelidade.

O ENLUTADO

O luto é outra importante crise que afeta o cristão. Há crises que não chegam a todos, mas não a da morte. Josué diz ao povo, “Eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra” (23. 14a), modo eufemístico de dizer: “vou morrer hoje” (cf. 1Rs 2.2); na Carta aos Hebreus (9.27), “aos homens está ordenado morrerem uma só vez”.

Há, pelo menos, três modos de olhar a morte:

  • com desespero. Bildade a chamou de “rei dos terrores” ( Jó 18.14);
  • com falsa esperança, como no caso dos reencarnacionistas;
  • com absoluta confiança e esperança. É a reação de Jó: “Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida esta minha pele, então fora da minha carne verei a Deus” (Jó 19.25,26).

Não devemos temer falar da morte. No Antigo Testamento, a morte biológica era uma certeza aterrorizante: “Certamente morreremos, e seremos como águas derramadas na terra, que não se podem ajuntar mais” (2Sm 14.14a) “A duração da nossa vida é de setenta anos… pois passa rapidamente, e nós voamos” (Sl 90.10). “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ec 9.5)

Mas a Nova Aliança vê de modo diferente: Para o crente em Jesus Cristo é resultado do pecado vencido; é a esperança da ressurreição, como Paulo canta: “Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15. 54-57).

Não! Não devemos temer falar sobre a morte, mesmo a morte pessoal.

Mas que a crise vem, vem. É a perda do pai, e o despreparo da mãe para a vida prática tomando providências que nunca havia tomado anteriormente; é a reorganização das finanças, o corte de despesas; é o dizer “não” aos pedidos dos filhos. Mas é também o compreender que “a família é uma sociedade que se desfaz no tempo para se recompor no intemporal”, na eternidade (cf. Guitton p. 45). As separações trazidas pela morte nos lembram e às nossas famílias que elas são instrumentos transitórios que o Criador dispôs no mundo. Desaparece a família, mas não as existências que a compõem, e mesmo as relações que as constituem. A morte não separa a família: “E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e cheio de dias; e foi congregado ao seu povo” Gn 25.8).

Disse Sócrates que a essência da filosofia é o preparo para a morte. Davi, o poeta, antes dele dissera, “O meu coração constrange-se dentro de mim, e terrores de morte sobre mim caíram. Temor e tremor me sobrevêm, e o horror me envolveu” ( Sl 55.4,5), e Hebreus 2.15b tem uma magistral declaração sobre o medo de morrer: “Com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão”.

É nesse ponto que chega o paradoxo do evangelho: quando se aceita o fato da morte, fica-se livre para viver! Não faz sentido para o crente olhar a morte como cessação. A vida não acaba. Na verdade, acontece uma transição, ou como Jesus o colocou: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”. ( Jo 14.2,3 ) e também, “Declarou-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá” ( Jo 11.25).

John Donne, autor do século 17: “Toda a humanidade tem um só Autor, e um único volume; quando alguém morre, um capítulo não é tirado do livro, mas traduzido em um idioma melhor; e cada capítulo deve ser assim traduzido. Deus emprega vários tradutores; algumas peças são traduzidas pela idade, outras pela doença, algumas pela guerra, outras pela justiça; mas a mão de Deus opera em cada tradução; e a sua mão irá encadernar de novo todas as nossas folhas que foram espalhadas, para aquela Biblioteca onde cada livro ficará aberto um para o outro”.

O IDOSO

O mundo tem hoje, ano 2000, seiscentos milhões de habitantes acima dos sessenta anos. Hoje, no Brasil, há cerca de quinze milhões vivendo a chamada “terceira idade”, e, no entanto, nossa sociedade é voltada para o moço: musculação, malhação, festas, a própria arquitetura urbana. A Bíblia, porém, mostra o cuidado divino nos anos da velhice: “Até a vossa velhice eu sou o mesmo, e ainda até as cãs eu vos carregarei; eu vos criei, e vos levarei, sim, eu vos carregarei e vos livrarei” (Is 46.4), e afirma seu valor e dignidade: “O orgulho dos jovens está na sua força; a honra dos velhos está nos seus cabelos brancos” (Pv 20.29; 1Tm 5.1,2a). Jovens têm energia física, mas ela se esvai; o idoso porém, tem a glória de sua idade cantada, como vimos, nos Provérbios.

Cada idade tem seus dons particulares para enriquecer a vida da família e a sociedade de modo geral: a infância, a adolescência, a juventude, a idade adulta, o ancião. São partes autênticas e valiosas, e cada idade deve ser vivida dentro dela mesma: nem menina pintada como moça feita (que moda horrorosa!), nem senhora querendo ser mocinha (há coisa mais ridícula? ). Que tudo venha naturalmente, não esquecendo o jovem que um dia será idoso, nem o adulto que já foi jovem no passado.

O APOSENTADO

A aposentadoria é outro capítulo que pode ou não ser cruciante. No começo é-a-lua-de-mel com a liberdade, a alegria de poder dispor das horas, a satisfação de esquecer horários. Mas a lua-de-mel acaba e pode vir a depressão. Quem disse, porém, que ser aposentado é sinônimo de “colocado no aposento”, encostado, cansado, posto de lado?

A igreja deve ajudar os seus membros a atingir com plenitude suas fases evolutivas, à medida que se desenvolve em cada passagem da vida. Ajudar o idoso a não perder sua identidade, sua independência, a conhecer-se a si próprio, a se abrir para a verdade, a descansar criativa e construtivamente. Que tal uma segunda carreira? Ou ensinar o que sempre fez na vida profissional? E a possibilidade de um trabalho voluntário na igreja? Ensinar um artesanato, bordado, tapeçaria? Precisamos de um jardineiro, de pintores, de profissionais outros. Por que não dar da sua experiência voluntária e graciosamente à igreja? Ser idoso não é encarquilhar-se, não! É devolver a Deus o que de Deus recebemos. A vista está diminuindo? Diga a Deus: “Senhor, recebe um pouco mais de meus olhos”; as pernas que suportavam uma caminhada do Farol à Praça da Sé, hoje não agüentam subir a Ladeira da Barra, diga ao Senhor: “Pai, eis um pouco mais de minhas pernas”. E aí o Senhor vai aplicar ao irmão, a irmã, a expressão da parábola dos talentos: “Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25.23). E se sua oração tem sido a do Salmo 71.9: “Não me enjeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se forem acabando as minhas forças”, a resposta do Senhor será: “Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como cedro no Líbano. Estão plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos” ( Sl 92. 12-14a).

“O Topo da Montanha” (Leclercq)
“Quando se escala uma montanha, a paisagem vai se descobrindo pouco a pouco, e finalmente, quando se chega ao topo, não se encontra mais que pedras e neves, mas, dali a vista é magnífica. Já não se pode mais subir, se não ir para o céu. O mesmo acontece com a velhice. Ao longo da vida subimos por centenas de caminhos, às vezes sinuosos, e pouco a pouco a paisagem se nos foi revelando; os que mandavam, dirigiam e protegiam nossa juventude desapareceram um após outros; depois os companheiros de jornadas também desapareceram. O indivíduo segue em sua caminhada e cada vez está mais só. O que chega à velhice termina como o alpinista no topo da montanha, e, quando volve o seu olhar, contempla a vida estendida diante de si mesmo como uma paisagem. Este é o ponto culminante, mas é também o fim do homem sobre a terra. Não há outra maneira de avançar senão a de ir para o céu”.

É isso mesmo: a família cristã é uma comunidade de vida, de amor, de fé, e uma comunidade educadora. Precisa de ter objetivos bem definidos, cristã que é:

  • objetivo em si: “o que o Senhor deseja que minha família faça?”
  • O meio para atingi-lo: “Como o Senhor quer que minha família faça?”
  • A avaliação: “como saberemos que foi realizado?

Sendo, portanto, comunidade de vida, amor, fé e pedagógica, na ameaça da crise a expressão de profunda confiança, e de certeza de estar dentro da vontade do Pai, há de ser “Deus me fez crescer na terra da minha aflição” Gn 41.52b).

Pr. Walter Santos Baptista, Ph.Lic., M.Div. – Igreja Batista Sião – Salvador, BA

https://adbezerrospe.wordpress.com

A Salvação, Um Novo Nascimento

Deus ao criar o ser humano o fez perfeito e completo. Coroa de Sua criação. Imagem e semelhança Sua. E, desta forma, Sua obra não estaria completa acaso o ser humano fosse incapaz de tomar decisões por si próprio, de executar as ações decorrentes destas decisões, bem como de entender as conseqüências de seus atos. Neste contexto disse Deus ao homem:

“… De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:16-17 ACF)

Mas, a serpente disse:

“… Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal” (Gênesis 3:4-5 ACF)

E preferiu o ser humano crer na serpente a crer em Deus. Faltou-lhe fé em Deus. Faltou-lhe obediência a Deus. E por este pecado, o maior de todos, a falta de fé no Deus Verdadeiro, foi o ser humano expulso do paraíso e fez-se separação entre Deus e os homens:

“Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59:2 ACF)

E o pecado e todo o mal entraram para a natureza humana e isto lhe causou, por condenação divina, a morte. Pois, mesmo tendo Deus, desde o início, advertido o homem do resultado da desobediência: “Se comeres, certamente morrerás…”, ainda assim o homem, dando ouvidos à serpente, ignorou o aviso e, portanto, merecendo foi condenado por suas ações.

Mas, apesar do pecado e da maldade e da escuridão do coração humano, Deus em Sua infinita misericórdia nos amou a ponto de, mesmo estando nós mortos em nossos pecados, providenciar o meio para que pudéssemos nos salvar da condenação eterna causada por nossos pecados. E esta salvação exige que nós venhamos a nascer novamente:

“Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3 ACF)

Mas, que tipo de nascimento é este?

Certamente não é um nascimento físico, pois se nasce apenas uma vez, mas sim, um nascimento espiritual, um milagre de Deus, um segundo nascimento durante a vida:

“… Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5 ACF)

E de que forma podemos passar por este novo nascimento e ter acesso ao reino dos céus?

Existem alguns passos a serem dados de modo a que cheguemos a este novo nascimento, e Deus em sua infinita sabedoria os fez bastante simples, de modo que qualquer pessoa independentemente de seu grau de instrução possa segui-los e vir a se salvar da condenação eterna:

1º passo: Você deve se reconhecer como um pecador. Para Deus nenhum pecado é admitido, pois qualquer pecado condena por todos os pecados:

“Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos” (Tiago 2:10 ACF)

Não há qualquer pessoa no mundo que não tenha pecados:

“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus… Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:10-11,23 ACF)

Você se reconhece como sendo um pecador? Você sente que necessita da misericórdia e do amor de Deus? Se sim prossigamos…

2º passo: Deus pede que você se arrependa de seus pecados:

“… se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis” (Lucas 13:5 ACF)

Mas:

“Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito” (Salmo 34:18 ACF)

Confesse agora os seus pecados a Deus. Apresente-se a Ele com o coração aberto e quebrantado. Arrependa-se sincera e profundamente de seus maus caminhos e entregue o comando de sua vida ao Senhor.

3º passo: Creia que Deus enviou Seu filho unigênito para cumprir a pena que seria sua!

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8 ACF)

Creia profundamente no amor de Deus. Creia completamente no amor de Jesus Cristo, que veio e pagou com Sua vida na cruz para que você hoje possa ficar livre da condenação eterna e receber graciosamente a vida eterna! E para isto basta crer:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16 ACF)

Deus amou o mundo, e em especial a você, de uma tal maneira, qual seja, completamente, sem restrições, com um amor infinito, em tal proporção que deu seu filho unigênito para que morresse na cruz, para que todo aquele que nele crê, com um coração arrependido e quebrantado, não pereça, mas tenha a vida eterna! Que promessa maravilhosa! Que amor maravilhoso Deus tem por nós!

4º passo: Receba a Cristo como Senhor de sua vida e faça parte AGORA da família de Deus:

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome” (João 1:12 ACF)

Todos os salvos são parte de uma mesma família, uma família que está destinada a estar ao lado de Deus, gozando de prazeres, delícias e maravilhas indescritíveis por toda a eternidade!

E não é necessário fazer nada para receber tão grandioso presente. Basta que você se arrependa dos seus pecados e creia no sacrifício que Jesus fez por você. É isto mesmo, nada do que você tenha feito ou que possa vir a fazer tem qualquer valor para Deus no que concerne à remissão de seus pecados:

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9 ACF)

Coloque neste momento sua fé no único que pode te salvar:

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12 ACF)

Entregue o seu caminho ao Senhor Jesus, tranqüilize seu coração e viva uma vida de alegria mesmo nos momentos mais difíceis, encontre enfim a paz que você sempre procurou, atenda AGORA ao chamado de Jesus:

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30 ACF)

Se você sentiu em seu coração uma imensa alegria, se você permitiu que o Senhor Jesus Cristo fizesse em você o milagre do nascer de novo, então, peço que você ore a Deus neste momento. Ore mais ou menos com estas palavras:

“Senhor meu Deus, peço de todo o coração que o Senhor me conceda o dom gratuito da vida eterna e que o teu Espírito Santo venha habitar em meu coração. Reconheço que sou um pecador e que não mereço tamanho presente, mas coloco, deste momento em diante, a minha confiança em ti e no sacrifício supremo que Jesus Cristo fez por mim na cruz do Calvário.

Recebo neste momento a Jesus Cristo, Teu Filho, como Senhor e Salvador de minha vida, e peço que o Senhor me conceda a força necessária para segui-lO por toda a minha vida. Esta é a oração que Te faço em nome de Jesus Cristo. Amém”

Se você foi realmente sincero ao fazer a oração acima, esta foi a oração mais importante de toda a sua vida!!! Você acabou de passar da morte para a vida, das trevas para a luz!

Mas, e agora? O que fazer? Aonde ir?

Escreva-nos a respeito! Teremos o máximo prazer em te orientar sobre estes primeiros passos na vida cristã!

E seja bem-vindo à família de Deus!

__________________________________________________

Pergunta: Por que a salvação não pode jamais ser perdida? 

Resposta: 1) Porque os salvos foram ELEITOS e PREDESTINADOS. 4  Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fóssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; 5  E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, (Efésios 1:4-5)— Se um salvo se perdesse a predestinação e eleição de Deus falhariam.
2) Porque os salvos tornam-se FILHOS, o que é irreversível. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; (João 1:12) 
3) Porque a salvação prometida é ETERNA. Só no livro de João, Deus promete isso 43 vezes! Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3:18)
 Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. (João 5:24)
 E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. (João 10:28)
(há ainda muitas outras passagens).
4) Porque os salvos não mais são condenados. Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. (Romanos 8:1)
 Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3:18)

5) Porque os salvos estão SELADOS para o Dia da Redenção: 21  Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus, 22  O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações. (2 Coríntios 1:21-22)

Pergunta: Mas se eu morrer com o débito de um “grande pecado”?

Resposta: Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 Joãn 1:7)O sangue de Cristo nos purifica de TODOS os pecados passados, presentes e futuros! Ver também:Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; (Colossenses 1:14)
 O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. (Tito 2:14)
5  Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. 6  Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo: 7  Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos. 8  Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado. (Romanos 4:5-8)


Pergunta: Quem intercede por mim?

Resposta: Cristo!E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. (João 17:11)
41  Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. 42  Eu bem sei que sempre me ouves, mas eu disse isto por causa da multidão que está em redor, para que creiam que tu me enviaste. (João 11:41-42)
 E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; (João 17:20)
 Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. (Romanos 8:34)
 Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. (Hebreus 7:25)
1  Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. 2  E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. (1 João 2:1-2)


Pergunta: Quem pode roubar minha salvação?

Resposta: 1) Satanás?Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca. (1 Joãn 5:18)
E disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR. (Jó 1:12)

2) O pecado?Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. (Romanos 6:14)
3) A tentação? Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar. (1 Coríntios 10:13)
4) O mundo? Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. (1 Joãn 5:4)
5) O próprio salvo?
Jer 32:40 … .E farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim. (Jeremias 32:40)
6) Tribulação? Aflição? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? (Romanos 8:35)      Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. (Romanos 8:37)

Pergunta: Novamente, pode algum ser CRIADO, como um anjo, um demônio, o próprio Diabo, ou a morte, o futuro, etc, roubar minha salvação?

Resposta: 38  Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, 39  Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (Romanos 8:38-39)
Leiamos novamente: “Porque estou certo …”. Oh que certeza maravilhosa, oh que segurança perfeita, dadas por Deus!

Pergunta: Então, que acontece ao crente, ao salvo, quando pecar?

Resposta: 30  Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nos meus juízos, 31  Se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos, 32  Então visitarei a sua transgressão com a vara, e a sua iniqüidade com açoites. 33  Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade. (Salmos 89:30-33)
O salvo pode perder galardões, mas não a salvação:14  Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. 15  Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo. (1 Coríntios 3:14-15)

Pergunta: Ah! Mesmo religioso e esforçado, reconheço agora, que nunca fui salvo. Que devo fazer para ter essa salvação tão certa e maravilhosa?

Resposta: 30  E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? 31  E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. (Atos 16:30-31)
9  A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. 10  Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. (Romanos 10:9-10)

Você que está lendo, aceite Cristo AGORA e seja salvo, orando comigo, nas suas próprias palavras: “Senhor, sei que sou um horrível pecador, merecedor da condenação eterna no lago de fogo, mas agora eu ponho a minha fé total em Ti e em Cristo Jesus, Deus-Filho, aceitando-O como meu Salvador pessoal, Senhor e Controlador da minha vida. Creio hoje em toda palavra de Cristo, tendo certeza de que fui salvo agora, eternamente,  pela fé em Cristo. Em nome de Jesus, Amém!”
___________________________________________
Pergunta: Agora, que devo fazer para meu Senhor?Resposta: Você já está salvo, eternamente? Então, para obedecer ao seu Senhor, amar o seu Pai, agradar ao seu Salvador, crescer e frutificar no Espírito e ter gozo no coração, Deus quer que você:
1) Confesse a Cristo publicamenteMat 10:32;Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 10:32)
2) Fale a outros da salvação de CristoMar 16:15;E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16:15)
3) Seja batizado e junte-se a uma boa igreja evangélica local –  At 2:41,46. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas, (Atos 2:41)
 E, perseverando unánimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, (Atos 2:46)

Procure uma igreja batista fundamentalista, ou outra igreja evangélica de bom testemunho, fiel à Palavra de Deus, que pregue e honre a Cristo o Deus-Filho e ÚNICO  Salvador.4) Diariamente, ore e leia a Bíblia(que tal começar lendo João e o Novo Testamento?)5) Esteja disposto a obedecer em tudo o que a Palavra e o Espírito de Deus forem lhe falando, concordemente:Se me amais, guardai os meus mandamentos. (João 14:15)

 

Deus Seja Louvado